Plantão Itabuna - A denúncia é sua, a missão é nossa: Caso Ferreirinha: "Kinho" nega crime, mas a PC já ouviu 12 testemunhas

Câmara de Vereadores parabeniza Itabuna pelos 108 anos

quinta-feira, 19 de abril de 2018

Caso Ferreirinha: "Kinho" nega crime, mas a PC já ouviu 12 testemunhas

       
Jefferson Nascimento, o "Kinho", nega o crime de latrocínio (roubo seguido de morte), contra a técnica de enfermagem Maria Ferreira, a Ferreirinha, 56 anos. Fato ocorrido na Rua Monte Alto, bairro Fátima, na semana passada. Porém, o delegado Miguel Cicerelli, titular da DRFR (Delegacia de Repressão a Furtos e Roubo) de Itabuna, revela já ter interrogado 12 testemunhas, "todos apontam para ele, como autor", diz, em entrevista ao Plantão Itabuna.

O suspeito foi preso por Mandado de Prisão Preventiva, em São José do Rio Preto, SP. A transferência dele ocorreu nesta manhã de quinta-feira (19), realizada por investigadores da 6ª Coorpin, liderados pelo agente Lúcio Serra.

Em depoimento, "Kinho", afirma ter fugido por tentarem lhe matar. "Me deram tiros e tudo, o povo pensando que foi eu que matei a mulher, não fiz nada", argumenta.

Para o delegado responsável pelo caso, o álibi do preso é "vago", lhe falta consistência, por outro lado, a polícia ouviu pessoas próximas do acusado que, relataram aos policiais um certo "desespero" de "Kinho" para fugir de Itabuna. "Temos informações que ele tentou vender celular e outros objetos para comprar a passagem, isso logo após o crime", exemplifica.

"Art. 157, § 3º - Se da violência (…) resulta morte (latrocínio), a reclusão é de 20 a 30 anos, sem prejuízo da multa." Figura, portanto, entre os delitos de maior pena privativa de liberdade, no país.


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