Plantão Itabuna - A denúncia é sua, a missão é nossa: Caso Trigrezza: Reprodução simulada em Itororó

sexta-feira, 31 de agosto de 2018

Caso Trigrezza: Reprodução simulada em Itororó

Itapetinga na Mìdia
Na tarde desta quarta-feira, 29, a Polícia Civil de Itapetinga realizou uma reprodução simulada do crime contra Marquinhos Tigresa, fato ocorrido no último dia 18 de agosto, o qual teve ampla repercussão em todo o país, dado ao requinte de crueldade que foi empregado pelos assassinos.

O ativista e líder do grupo LGBT, Marcos Cruz Santana, conhecido por Marquinhos Tigrezza, foi assassinado com requinte de crueldade na madrugada do dia 18 de agosto, em que os autores utilizaram uma faca na execução do crime, além de dilacerar o órgão genital da vítima…
De acordo com a Polícia Civil, o homossexual Isaías Andrade de Souza Júnior, o Quenã, de 24 anos, e Josenilton Ferreira Sousa, o Jota, de 26 anos, confessaram o assassinato e deram detalhes do crime, que ocorreu após a saída dos autores e vítima de uma festa que acontecia na praça principal de Itororó.
Durante os interrogatórios ficou claro que a vítima se fazia acompanhada dos seus algozes durante e depois da festa e que o trio caminhou até próximo do local onde aconteceram os golpes de faca, que culminaram na morte de Tigrezza.
Segundo o delegado Roberto Júnior, Quenã segurou a vítima pelos cabelos, por trás, enquanto Jota lhe desferiu um golpe no pescoço. Com a vítima, já no chão, Jota golpeou Tigrezza na perna e em seguida decepou seu órgão genital.
O delegado ainda afirmou que a motivação está ligada a uma suposta ameaça feita pelo ativista a Josenilton Jota, que não mais queria se relacionar amorosamente com a vítima.
“Ele queria transar comigo novamente e disse que se eu me negasse, contaria tudo na rádio. Fiquei com medo de perder minha esposa e resolvi matá-lo”, revelou Josenilton Jota ao delegado. Equipes da Polícia Civil, tanto de Itapetinga como de Itororó, desde a madrugada do domingo estão em campo investigando e tinham Quenã e Jota como principais suspeitos, inclusive, com imagens de câmeras de circuito fechado de TV em que mostram vítima e autores juntos momentos antes do homicídio.

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