Plantão Itabuna - A denúncia é sua, a missão é nossa: Patrícia Abreu anuncia projeto digital em entrevista ao BN

sexta-feira, 30 de novembro de 2018

Patrícia Abreu anuncia projeto digital em entrevista ao BN


Itabunense, jornalista com veia esportiva, Patrícia Abreu anunciou um novo projeto após três meses fora das telinhas. Ela está tocando uma proposta digital. 

Na entrevista ao Bahia Notícias, ela conta como foi a saída da Record/Bahia, possibilidades de retorno ao jornalismo televisivo e como está sendo a sensação de ser a chefe dela mesma. Confere aí parte da publicação.

Por 13 anos, Patrícia Abreu foi um dos principais nomes femininos do jornalismo esportivo na Bahia. Nascida em Itabuna, a comunicadora começou na TV Cabrália – afiliada da Record – e ganhou o grande público ao comandar 'Bahia Esporte’ durante 10 anos e depois o ‘Globo Esporte’. Quando tudo pareceria estabilizado, decidiu migrar para a TV Itapoan e inaugurou e apresentou por um ano o ‘BA Record’ até ser demitida um dia antes de suas férias. “Não esperava. Terminei de fazer o programa, foi na véspera de minhas férias, já estava anunciando que iriamos nos encontrar no mês que vem e tal. Acabou o programa, fui chamada e veio a determinação de São Paulo, com a quebra de contrato e o motivo sem saber... Foi um baque, tomei um susto. O motivo até hoje não sei, gostaria muito de saber de verdade...”, frisou. Passado o susto, agora está focada na nova fase e anunciou projeto novo. “Está no forno, ainda assando, mas em dezembro ou janeiro nas plataformas digitais. Vai ser uma coisa que é muito minha cara (risos). Vou ser meu próprio chefe”, vibrou. Confira a entrevista completa:

Como o jornalismo entrou na sua vida? Você sempre quis ser jornalista? Era um desejo desde a infância?
Então, minha mãe diz que quando era pequena e o aparelho de TV quebrava, chamava o técnico para consertar e eu dizia: 'Vou entrar ai'. Não me lembro dessa história. Porém, acho que é de pequena mesmo. É uma paixão que começou em Itabuna aos 17 anos. Fui atrás, não tinha nem feito faculdade ainda, mas eu queria. Fui na TV Cabrália – afiliada da Record – conversar  com o chefe e pedir um emprego, alguma coisa para poder entrar na área.

Quais foram suas primeiras experiências profissionais com o jornalismo? Atuou em outras áreas além da TV?
Já fui recepcionista de clínica, que foi meu primeiro emprego. Trabalhei três na Metrópole, foi uma experiência incrível, adoro fazer rádio. Fora da TV, apenas na rádio. Depois, fui direto para a Band. Na ordem foi assim: Vim de Itabuna, sai da Cabrália, fui para TV Santa Cruz – afiliada da Globo -, ai vim para a Band onde passei três anos. Fiz campanha política e em seguida voltei para Band e depois TV Bahia. No total, fiquei 16 anos de Rede Bahia.

Durante praticamente todos os 13 anos de TV Bahia você se dedicou ao jornalismo esportivo. Foi um desafio se dedicar a esta editoria ou você já tinha afinidade com a área?
Foi um desafio total. Sempre gostei muito de esportes, ia para o estádio de Itabuna com meu pai para assistir futebol (risos). Estava na Band quando a TV a Bahia me convidou para fazer um programa de esportes que eles iriam criar - que era o 'Bahia Esportes', que passava aos sábados de manhã – e eu disse para eles que nunca tinha feito esportes, mas queria aprender. Fiquei ainda um tempo na geral até o programa começar. Ficou dez anos no ar... quando acabou ainda disse para eles: ‘Pari o programa e estou enterrando o programa'. Foi muito triste. Entrevista completa no Bahia Notícias.

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