Plantão Itabuna - A denúncia é sua, a missão é nossa: promotor de Justiça Davi Gallo decidiu se afastar do processo sobre a Chacina do Cabula, ocorrida em 6 de fevereiro de 2015. Dono de atuação contundente em favor de condenação para os nove policiais militares envolvidos no caso, Davi tomou a atitude por questões de segurança. Ele revelou que tem recebido ameaças de morte por ter ficado na linha de frente das investigações da chacina no Ministério Público da Bahia (MP-BA). Em entrevista ao BNews, o promotor contou que as tentativas de intimidação vieram desde mensagens pelo WhatsApp e outras redes sociais até recados por SMS. Segundo ele, as ameaças acontecem desde 2015, quando sua atuação no caso Cabula começou. Durante os últimos três anos, Davi precisou mudar sua rotina para preservar a própria vida. No entanto, apesar de ter convivido com o risco de estar à frente das investigações neste tempo, acabou cansando. Por um pedido da família e recomendações do próprio MP, decidiu deixar as apurações.

sábado, 9 de fevereiro de 2019

promotor de Justiça Davi Gallo decidiu se afastar do processo sobre a Chacina do Cabula, ocorrida em 6 de fevereiro de 2015. Dono de atuação contundente em favor de condenação para os nove policiais militares envolvidos no caso, Davi tomou a atitude por questões de segurança. Ele revelou que tem recebido ameaças de morte por ter ficado na linha de frente das investigações da chacina no Ministério Público da Bahia (MP-BA). Em entrevista ao BNews, o promotor contou que as tentativas de intimidação vieram desde mensagens pelo WhatsApp e outras redes sociais até recados por SMS. Segundo ele, as ameaças acontecem desde 2015, quando sua atuação no caso Cabula começou. Durante os últimos três anos, Davi precisou mudar sua rotina para preservar a própria vida. No entanto, apesar de ter convivido com o risco de estar à frente das investigações neste tempo, acabou cansando. Por um pedido da família e recomendações do próprio MP, decidiu deixar as apurações.


O promotor de Justiça Davi Gallo decidiu se afastar do processo sobre a Chacina do Cabula, ocorrida em 6 de fevereiro de 2015. Dono de atuação contundente em favor de condenação para os nove policiais militares envolvidos no caso, Davi tomou a atitude por questões de segurança. Ele revelou que tem recebido ameaças de morte por ter ficado na linha de frente das investigações da chacina no Ministério Público da Bahia (MP-BA). 
Em entrevista ao BNews, o promotor contou que as tentativas de intimidação vieram desde mensagens pelo WhatsApp e outras redes sociais até recados por SMS. Segundo ele, as ameaças acontecem desde 2015, quando sua atuação no caso Cabula começou. Durante os últimos três anos, Davi precisou mudar sua rotina para preservar a própria vida. No entanto, apesar de ter convivido com o risco de estar à frente das investigações neste tempo, acabou cansando. Por um pedido da família e recomendações do próprio MP, decidiu deixar as apurações. 

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